Dusk And Her Embrace, Cradle of Filth
N° 33 - Os 100 álbuns satânicos mais importantes da história
Este é um artigo sobre Dusk And Her Embrace, Cradle of Filth, após sua leitura conheça nossa loja virtual.
Já virou clichê dizer que nos dias de hoje o Cradle of Filth é dos poucos que levam o Satanismo a sério. O lançamento de Gospel of Filth junto a Gavin Baddeley, um livro que têm tudo para superar de longe as obras escritas por LaVey e se tornar a verdadeira bíblia satânica do século XX é a maior prova disso.
Nele encontramos tudo aquilo que representa as verdades escondidas: convenientes ou incovenientes do Satanismo Tradicional e também duras críticas ao chamado Neo-Satanismo Filosófico. Muito disso é obviamente culpa do "Doutor LaVey" e seus asseclas; que plagiando o trabalho de Ayn Rand, Nietzsche e Ragnar Redbeard, fizeram da Bíblia de Satã um samba do crioulo doido que só podeira ter surgido entre os hippies dos anos sessenta.
Dani Filth considera este disco o mais importante da carreira do Cradle of Filth. É o album que definiu a identidade da banda. Também foi nessa época que fãs da banda foram presos por usarem as belas camisetas do grupo com a inscrição: "Jesus é uma Bu***" e a freirinha tesuda se masturbando a vontade. Mais uma pérola magnânima vinda diretamente dos arquivos secretos do inferno. Não sabe o que isso significa? Vasculhe melhor a seção Demonologia de MSINC. e então compreenderá.
A Gothic Romance (Red Roses For The Devil's Whore)
| Evening minuetto in a castle by the sea A jewel more radiant than the moon Lowered Her mask to me The sublimest creature the Gods, full of fire Would marvel at making their Queen Infusing the air with Her fragrant desire And my heart reeled with grave poetry ... From grace I fell in love with Her Scent and feline lure And jade woodland eyes that ushered in the impurest Erotic, laden fantasies amid this warm Autumn night She lulled me away from the rich masquerade And together we clung in the bloodletting moonlight Pearled luna, what spell didst thou cast on me? Her icy kiss fervoured my neck Like whispering waves 'pon Acheron's beach In a whirl of sweet voices and statues That phantomed the dying trees This debauched seductress in black, took me ... In a pale azured dawn like Ligeia reborn I tore free of my sleep-sepulchre On the sea misted lawn where stone figures, forlorn Lamented the spectre of Her Bewildered and weak, yet with passion replete I hungered for past overtures The curse of unrest and her ardent caress Came much more than my soul could endure ... I, at once, endeavoured to see Her again Stirring from midnight's inertia Knowing not even her name On a thin precipice over carnal abyss I danced like a blind acolyte Drunk on red wine, her dead lips on mine Suffused with the perfume of night For hours I scoured the surrounding grounds In vain that we might meet When storm clouds broke, ashened, fatigued I sought refuge in a cemeterty Sleep, usher dreams Taint to nightmares from a sunless nether Mistress of the dark I now know what thou art Screams haunt my sleep Dragged from nightmares thou hast wed together Lamia and Lemures Spawned thee leche To snare my flesh Portrait of the Dead Countess Deep stained pain that I had dreamt Flaunted demise, life's punishment Leaving little strength to seal this wretched tomb ... But poised nectar within my stirs Up feverous desire and morbid purpose to search Through cobwebbed drapery to where she swoons Goddess of the graveyard, of the tempest and moon In flawless fatal beauty her very visage compels Glimpses of a heaven where ghost companies fell To mourning the loss of god in blackest velvet Enrobed in their downfall like a swift silhouette Fleeting, enshadowed Thou art privy to my sin Secrets dead, wouldst thou inflict The cruel daylights upon my skin? Dost thou not want to worship me With crimson sacrifice So my cunt may twitch against thy kiss And weep with new-found life? Red roses for the Devil's Whore ... Dark angels taste my tears And whisper haunting requiems Softly to mine ear Need-fires have lured abominations here ... Nocturnal pulse My veins spill forth their waters Rent by lips I cherish most Awash on her perfidious shores Where drowning umbra o'er the stars Ebon's graves where lovers whore Like seraphim and Nahemah Pluck out mine eyes, hasten, attest Blind reason against thee, Enchantress For I must know, art thou not death? My heart echoes bloodless and incensed ... Doth temptation prowl night in vulvic revelry Did not the Queen of Heaven come as Devil to me? On that fatal Hallow's Eve when we fled company As the music swept around us in the crisp, fated leaves UNder horned Diana where her bloodline was sewn In a graveyard of Angels rent in cool marbled stone I am grieving the loss of life in sombre velvet Enrobed in Death's shadow like a swifter silhouette ... |
A Gothic Romance (Red Roses For The Devil's Whore) Cradle Of Filth Um Romance Gótico (Rosas Vermelhas à Prostituta de Satã) Minueto a noite em um castelo perto do mar Uma jóia mais radiante que a lua Abaixou sua máscara para mim A mais sublime criatura dos deuses, cheia de fogo Gostaria de maravilhar-se criando sua Rainha Inspirando o ar com sua fragrante luxúria E meu coração balançou com poesias ameaçadoras Da graça eu me apaixonei por Ela Perfumada e traiçoeira isca E olhos silvestres de jade que acompanharam no mais impuro Erótico, fantasias carregadas entre esta noite quente de outono Ela me acalmou para longe do magnífico mascarado E juntos nós agarramos na sangria ao luar Perolada lua, que feitiço tu jogaste em mim? Seu beijo gelado ferveu meu pescoço Como ondas murmurantes na praia de Acheron Em um remoinho de vozes doces e estátuas Que ilusionou as árvores mortais Essa devassa sedutora de preto, me pegou Em um pálido alvor como o renascimento de Ligeia Eu me libertei do meu sono - sepulcro No mar obscuro onde a rocha simboliza, solitária O fantasma deplorado Dela Espantado e frágil, ainda repleto de paixão Eu desejei pelo prelúdio do passado A maldição do desassossegado e sua ardente carícia Vieram muito mais do que minha alma podia suportar.... Eu, imediatamente me empenhei para vê-la de novo Ativo devido a inércia da meia-noite Não sabendo sequer o nome dela Em um estreito precipício acima do abismo carnal Eu dancei como um coroinha cego Bêbado pelo vinho vermelho, seus lábios mortos nos meus Cheio com o perfume da noite Por horas eu percorri o cercante jardim Em vão aquilo que nós deveríamos encontrar Quando nuvens de tempestades quebram, exauridas Eu procuro refugo em um cemitério Durmo, tenho premonições Sinal de pesadelos de um plano inferior sem sol Ama da escuridão Eu agora sei o que tu és Gritos assombram meu sono Arrastado dos pesadelos tu quer casar-se Lâmia e Lêmures Geraram ti devassa Para trair minha carne Retrato da Condessa Morta Profunda dor manchada aquela que eu tinha sonhado Ostentada morte, punição da vida Saída um pouco forte para lacrar este infame túmulo.... Mas o néctar envenenado dentro de minha revolta O desejo se aquece e mórbido propósito a procurar Até o fim cortinas cobertas de teias para onde ela desmaiou Deusa do cemitério, da tempestade e da lua Na impecável beleza fatal de seu rosto constrangido Visões de um paraíso onde fantasmas acompanham desumanos Para tristeza a perda de deus no mais negro veludo Inscrito em suas quedas como uma veloz silhueta "Fugitiva, assombrada Tu és particular para o meu pecado Segredos mortos, que tu gostaria de impor O cruel crepúsculo da manhã sobre minha pele? Tu não quis me venerar Com sacrifico sanguinário Então meu cu poderá repelir contra vosso beijo e lamentar com a nova vida?" Rosas vermelhas para a prostituta de Satã.... Anjos negros experimentem minhas lágrimas E sussurrem músicas fúnebres Suavemente para meus ouvidos Necessidade do fogo atraiu abominações aqui.... Pulsação noturna Minhas veias derramam adiante suas águas Fenda perto dos lábios que eu mais apreciei Levado pelas ondas na sua traiçoeira costa Onde assombrações afogam acima das estrelas Lápides negras onde prostitutas amantes Como seraphim e Nahemah "Nahemah" Arrancam meus olhos, apressadamente, certificado Cego por causa de ti, feiticeira Para que eu deva saber, tu não estás morta? Meu coração ressoa sem sangue e inflamado.... Faz a tentação rondar a noite na festança A rainha do paraíso não virá como Satã para mim? Naquela fatal consagração de Eva onde nós fugimos acompanhados Como a música limpa em volta de nós na clara, predestinada saída Embaixo curvada Diana onde sua linha de sangue costurada Em um cemitério de anjos lacerados em uma fresca pedra de mármore Eu estou sofrendo a perda da vida no sombrio veludo Inscrito na sombra da Morte como uma veloz silhueta.... |
