Powerslave, Iron Maiden
Nº 45 - Os 100 álbuns satânicos mais importantes da história
Este é um artigo sobre Powerslave, Iron Maiden, após sua leitura conheça nossa loja virtual.
Bruce Dickinson e Steve Harris tinham em mente fazer de Powerslave um disco que fizesse o ouvinte sentir toda a magia e os mistérios egípcios: suas lendas, suas histórias, seus personagens e um Eddie ora mumificado, ora entronizado em sua pirâmide.
O resultado de seus esforços foram uma obra prima, uma poderosa homenagem ao primeiro grande modelo de império que conhecemos e talvez a primeira grande oposição histórica ao espírito abraamico e ao moral judaica.
Há quem tenha suas divergências, mas tecnicamente falando, este é sem dúvida o melhor trabalho do Iron Maiden, complementado com uma turnê magnífica, que gerou o não menos sensacional Live After Death ao vivo. Se para um bom entendedor meia palavra basta, para um conhecedor dos segredos da magia egípcia, esse disco é uma trilha sonora indispensável.
Rime Of The Ancient Mariner
| Hear the rime of the Ancient Mariner See his eye as he stops one of three Mesmerises one of the wedding guests Stay here and listen to the nightmares of the Sea And the music plays on, as the bride passes by Caught by his spell and the Mariner tells his tale. Driven south to the land of the snow and ice To a place where nobody's been Through the snow fog flies on the albatross Hailed in God's name, hoping good luck it brings. And the ship sails on, back to the North Through the fog and ice and the albatross follows on The mariner kills the bird of good omen His shipmates cry against what he's done But when the fog clears, they justify him And make themselves a part of the crime. Sailing on and on and North across the sea Sailing on and on and North 'till all is calm The albatross begins with its vengeance A terrible curse a thirst has begun His shipmates blame bad luck on the Mariner About his neck, the dead bird is hung. And the curse goes on and on and on at sea And the thirst goes on and on for them and me "Day after day, day after day, we stuck nor breath nor motion As idle as a painted ship upon a painted ocean Water, water everywhere and all the boards did shrink Water, water everywhere nor any drop to drink." [SAMUEL TAYLOR COLERIDGE (1772-1834)] There, calls the mariner there comes a ship over the line But how can she sail with no wind in her sails and no tide. See... onward she comes Onwards she nears, out of the sun See... she has no crew She has no life, wait but there's two Death and she Life in Death, they throw their dice for the crew She wins the Mariner and he belongs to her now. Then ... crew one by one They drop down dead, two hundred men She... She, Life in Death. She lets him live, her chosen one. [NARRATIVE] "One after one by the star dogged moon, too quick for groan or sigh Each turned his face with a ghastly pang and cursed me with his eye Four times fifty living men (and I heard nor sigh nor groan), With heavy thump, a lifeless lump, they dropped down one by one." [SAMUEL TAYLOR COLERIDGE (1772-1834)] The curse it lives on in their eyes The Mariner he wished he'd die Along with the sea creatures But they lived on, so did he. And by the light of moon He prays for their beauty not doom With heart he blesses them God's creatures all of them too. Then the spell starts to break The albatross falls from his neck Sinks down like lead into the Sea Then down in falls comes the rain. Hear the groans of the long dead seamen See them stir and they start to rise Bodies lifted by good spirits None of them speak and they're lifeless in their eyes And revenge is still sought, penance starts again Cast into a trance and the nightmare carries on. Now the curse is finally lifted And the Mariner sights his home Spirits go from the long dead bodies Form their own light and the Mariner's left alone And then a boat came sailing towards him It was a joy he could not believe The Pilot's boat, his son and the hermit Penance of life will fall onto Him. And the ship it sinks like lead into the sea And the hermit shrives the mariner of his sins The Mariner's bound to tell of his story To tell his tale wherever he goes To teach God's word by his own example That we must love all things that God made. And the wedding guest's a sad and wiser man And the tale goes on and on and on. |
Tradução de Rime Of The Ancient Mariner (Conto Do Velho Marinheiro) Ouça a história do velho marinheiro Veja seus olhos enquanto ele para um de cada três Hipnotiza um dos convidados do casamento Fique ali e ouça sobre os pesadelos dos mares E a música toca, enquanto a noiva passa por perto Cativada pelo seu encanto e o marinheiro conta sua história Levado ao sul da terra da neve e gelo Para um lugar onde ninguém esteve Atravessando as tempestades de neve voava um albatroz Gritou em nome de deus, esperança de boa sorte ele trazia E o navio navegava de volta ao norte Através do nevoeiro e gelo e o albatroz o seguia O marinheiro matou o pássaro da boa nova Seus companheiros gritaram contra o que ele havia feito Mas quando o nevoeiro sumiu eles o perdoaram E se tornaram parceiros de crime Navegando e navegando para o norte através do mar Navegando e navegando para o norte Até que tudo estivesse calmo O albatroz começou a sua vingança Uma terrível maldição, uma sede começou Os companheiros culpam o marinheiro pela má sorte Sobre seu pescoço é pendurado o pássaro morto E a maldição prossegue no mar E a maldição prossegue para eles e eu Dia após dia, dia após dia, Estamos parados, sem vento e sem movimento Tão parados como um navio pintado em um oceano pintado Água, água para todo lado e toda a comida se foi Água, água por todo lado, e nem uma gota para beber Então gritou o marinheiro Lá vem uma embarcação no horizonte Mas como ele pode navegar Sem vento e sem correntes? Veja... ela vem em frente Ela está se aproximando, vindo do sol Veja, ela não tem tripulação Ela não tem vida, espere, mas há dois A morte e ela, a morte em vida Jogaram os dados para a tripulação Ela ganhou o marinheiro e ele pertence a ela agora Então a tripulação, um a um, caíram mortos, Duzentos homens Ela, ela, morte em vida Ela o deixou viver, o seu escolhido Um a um, sobre a lua rodeada de estrelas Rápido demais para gemer ou suspirar Cada um virou seu rosto atormentado E me amaldiçoou com seu olhar Quatro vezes cinqüenta homens (e eu não ouvi suspiro ou gemido) Pesadamente, um vulto sem vida, Eles caíram um em um A maldição prosseguia nos seus olhares O marinheiro desejou ter morrido Juntamente com as criaturas do mar Mas elas vivem, e ele também E sobre a luz da lua Ele reza para seus futuros horríveis De coração ele as abençoa Criaturas de deus, a todas elas também Então o feitiço começa a se quebrar O albatroz cai de seu pescoço Afunda como chumbo no mar Então cai a chuva Escute os gemidos dos marinheiros mortos a tempo Veja eles se moverem e começarem a levantar Corpos levantados por bons espíritos Nenhum deles fala e eles não tem vida em seus olhos E a vingança ainda continua, provação começa de novo Preso em um transe o pesadelo continua Agora finalmente a maldição terminou E o marinheiro avista sua casa Espíritos saem dos corpos mortos a tanto tempo Formam sua própria luz e o marinheiro é deixado só E então um bote vem velejando de encontro a ele Era uma alegria, ele não podia acreditar O comandante do barco, seu filho e o ermitão Pena de vida cairá sobre ele E o navio afunda como chumbo no mar E o ermitão perdoa o marinheiro de seus pecados O marinheiro é destinado a contar sua história A contar esta estória onde quer que vá A ensinar a palavra de deus através de seu exemplo Que nós devemos amar todas as coisas que deus fez E o convidado do casamento é um homem mais triste e sábio E a história continua e continua |
