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siga a estrada de tijolos amarelos: Sociedades Secretas & Conspirações Textos Conspiracionais A Sociedade Thule e Adolf Schicklgruber

A Sociedade Thule e Adolf Schicklgruber


Jan van Helsing

thule.jpgPara dar melhor esclarecimento sobre o “terceiro Reich” envolto em mistério e sobre o papel desempenhado por  Adolf  Hitler, devo voltar um pouco mais longe no tempo.  Como alemães, estamos sem cessar associados ao terceiro Reich  por toda a parte no mundo e particularmente após os últimos ataques contra os focos dos que pedem asilo político.  Entretanto, poucas pessoas conhecem os verdadeiros motivos de então.  Ouve-se por toda parte falar da “doutrina de raça da elite ariana e das câmaras de gás para os judeus”, mas ninguém conhece a origem desses fatos.  Nos livros escolares, fala-se aos alunos do malvado  Adolf Hitler, que sustentado por uma propaganda bem organizada e pela hipnose das massas, é segundo todas as aparências o único responsável por esses acontecimentos.  Mas ninguém fala de quem ele obteve sua ideologia, nem quem o colocou nessa posição e principalmente por quem ele era financiado.  Os livros que poderiam desvendar essas coisas foram voluntariamente tirados pelos Aliados e foi até mesmo proibido lê-los.  Isso contribuiu também para manter até nossos dias uma sombra de misticismo sobre o passado dos alemães.  Por isso penso que é muito necessário esclarecer o que ficou oculto, mesmo se as teses dos SS possam parecer para muitos como inacreditáveis.  Encontrareis aqui  “verdadeiro material”  para ser discutido.

Entre 1880 e 1890, muitas personalidades e, entre elas, algumas das cabeças mais eminentes da Inglaterra, encontraram-se para formar “A Ordem Hermética da Aurora Dourada” (The Hermetic Order of the Golden Dawn).  Os membros da Golden Dawn eram recrutados, em primeiro lugar, na Grande loja da Franco-maçonaria inglesa  (loja-mãe)  e na Ordem dos Rosa-cruzes.  A Golden Dawn era, de qualquer forma o ponto alto da franco-maçonaria esotérica inglesa dessa época e constituía seu núcleo mais íntimo e o mais secreto.  Entre outros membros encontrava-se:

Florence Farr;  W. B. Yeats, prêmio Nobel de literatura:  Bram Stoker (autor do Drácula);  Gustav Meyrink  (autor dos livros “O Golem” e  “O Rosto Verde”);  Aleister Crowley (o mago mais conhecido nestes últimos 100 anos, que passou, mais tarde, para a magia negra, fundador da Igreja Thelema e franco-maçom do 33.º grau do Rito Escocês);  Rudolf Steiner (escritor e filósofo,  fundador da antropossofia  -  “que constitui uma cisão da teosofia”) , franco-maçom do 33.º grau do Rito Escocês, dirigente da “Sociedade Teosófica” na Alemanha, grão-mestre da ordem dos Iluminados, Ordo Templi Orientis (OTO) e grão-mestre do ramo Mysteria Mystica Eterna.  Ele saiu, entretanto, mais tarde da Golden Dawn por divergências de pontos de vista.  Steiner recusou aceitar no Golden Dawn o ocultista Trebisch-Lincoln;  isso foi-lhe cobrado mais tarde.

Em 1917, as seguintes pessoas encontraram-se em Viena:  o ocultista barão Rudolf von Sebottendorf, o discípulo de Gurdjieff,  Karl Haushofer, o aviador de combate Lothar Waiz, o prelado Gernot da Sociedade dos Herdeiros dos Templários Societas Templi Marcioni  e  Maria Orsitsch (Orsic), uma médium de Zagreb.  Essas pessoas  tinham estudado muito as doutrinas e os rituais do Golden Dawn e estavam particularmente bem informadas das lojas secretas asiáticas.  Sebottendorf  e  Haushofer, em particular, eram viajantes experimentados da Índia e do Tibete, muito aprofundados nas doutrinas e mitos desses países.  Haushofer manteve contatos durante a Primeira Guerra com uma das mais influentes sociedades secretas da Ásia, a dos “Barretes Amarelos”.  Essa foi fundada em 1409 pelo reformador budista Tsongkhapa. Haushofer lá foi iniciado e jurou suicidar-se se sua “missão” malograsse.  Em  seguida a esses contatos,  comunidades tibetanas formaram-se na Alemanha dos anos 20.

Durante as reuniões em Viena, os quatro jovens esperavam aprender alguma coisa sobre os textos de revelações secretas dos templários como também sobre a confraria secreta  “Os Mestres da Pedra Negra”. O prelado Gernot pertencia à Sociedade dos Herdeiros dos Templários, que no meu conhecimento, é a única verdadeira sociedade templária.  Tratava-se dos sucessores dos templários de 1307 que transmitiram seus segredos de pai para filho  -  até hoje.  O prelado Gernot falou-lhes sobre a vinda de uma nova era, da passagem da era de Peixes para a era de Aquário.  Lá se falava sobre o fato de nosso ano solar, correspondendo com as doze revoluções da lua, está dividido em doze meses, assim como a revolução do nosso sol ao redor do grande sol central  (o sol negro do qual falam os antigos mitos)  está dividido em doze partes.  É tudo isso, sem esquecer a precessão do movimento cônico da Terra sobre si mesma devido à inclinação de seu eixo, que determina as eras.

Segundo esses dados, um  “mês cósmico”  dura 2.155 anos, um  “ano cósmico”  dura perto de 25.860 anos.  Pelo dito dos templários, nós estamos não somente nas portas de uma nova era  (como é o caso a cada 2.155 anos), mas também no fim de um ano cósmico e nas portas de outro.  Tendo completado seus 25.860 anos, a Terra recebe os últimos fracos raios da era de Peixes antes de entrar na era de Aquário sob fortes radiações.  Ela deixa, segundo a definição indo-ariana, a época do Kali-Yuga, a era do pecado.  Todas as mudanças de eras conduziram a turbulências políticas, religiosas, sociais e mesmo geológicas de grande amplitude.  Essa fase de transformação da antiga para a nova idade é designada na doutrina da Mesopotâmia de “três passos duplos de Marduk”.  É um lapso de 168 anos no meio do qual é esperado na Terra a chegada do raio Ilu, do raio divino.

Após sábios  cálculos, os templários designaram o dia 4 de fevereiro de 1962 como data do aparecimento desse raio.  Foi assim que foi conhecida a data correspondente à metade deste período de transformação de 168 anos e que os acontecimentos particularmente importantes foram previstos para os anos 1934 e 1990.

Podemos supor que o assunto principal da conversa entre as pessoas acima mencionadas se referia o subentendido em uma passagem do Novo Testamento de Mateus 21:43, onde Jesus se dirige aos judeus:  “o reino de Deus vos será retirado e dado a outro povo que produzirá frutos”.

O texto original completo a esse respeito que se encontra nos arquivos da Societas Templi Marcioni  fala disso de uma maneira bem mais clara:  De fato, Jesus disse concretamente de qual “outro povo” se trata, pois ele fala aos germânicos que serviam numa legião romana e lhes disse que esse será o seu povo.  Foi isso que Sebottendorf e seus amigos quiseram definitivamente saber:  o povo germânico, portanto, alemão, teria a missão de criar um reino de luz sobre a Terra. Anunciaram que o raio penetraria a Terra no monte Untersberg, perto de Salzburgo.

No final de setembro de 1917,  Sebottendorf encontrou-se com os membros da sociedade  “Os Mestres da Pedra Negra” no monte Untersberg para receber o poder da pedra violeta-negra nome no qual a sociedade secreta se inspirou.

“Os Mestres da Pedra Negra”, procedentes em 1221 da sociedade dos templários marcionistas e dirigidos por Hubertus Koch, tinham por meta combater o mal neste mundo e de participar da construção do reino de luz de Cristo.  Essa força sombria que era preciso combater havia se manifestado no pretendido  “Antigo Testamento”  da Bíblia como sendo  “Deus”, através de Moisés e de outros médiuns.  Yahvé se dirige assim a Abrahão com as palavras hebraicas Ani ha El Shaddai  traduzido  por  Eu  sou  El  Schaddai  -  “o grande anjo caído”  (Schaddai El)  -  o Satã  (ver a tradução original da Bíblia,  Gênesis 17:1).

Sebottendorf havia encontrado resposta para sua pergunta:  El Schaddai, o Deus do Antigo Testamento, foi o corruptor, o adversário de Deus.  Seus adeptos participavam portanto da destruição da terra, da natureza, dos seres humanos.  Eram os hebreus - o povo judeu.  Jesus o explica sem rodeios no Evangelho de João 8:30-45, quando ele disse aos judeus:

Responderam-lhe (os judeus):  “Nosso pai é Abraão”.  Disse-lhes Jesus:  Se sois filho de Abraão, praticai as obras de Abraão.  Vós, porém, procurais matar-me, a mim, que vos disse a verdade que ouvi de Deus.  Isso, Abraão não fez!  Vós fazeis as obras de vosso pai.  Disseram-lhe então:  “Não nascemos da prostituição; temos só um pai: Deus”. 

Disse-lhes Jesus: “Se Deus fosse vosso pai, vós me amaríeis, porque saí de Deus e venho dele;  não venho por mim mesmo, mas foi ele que me enviou.  Por que não reconheceis minha linguagem?  É porque não podeis ouvir minha palavra.  Tendes por pai o Diabo, e quereis realizar os desejos de vosso pai.  Ele foi homicida desde o princípio, e não permaneceu na verdade, porque nele não há verdade:  quando ele mente, fala do seu próprio imo, porque é mentiroso e pai da mentira.  Mas, porque digo a verdade, não credes em mim.

Muitos perguntam sempre ingenuamente:  Por que Hitler atacou precisamente os judeus?  Espero que as linhas escritas acima esclareceram o leitor.  Segundo a Sociedade Thule, de onde se originaram, mais tarde, o DAP, o NSDAP, os SS, etc., o povo judeu com a missão recebida pelo Deus Yahve do Antigo Testamento para “criar o inferno na terra” era a causa das guerras e das discórdias na terra.  As pessoas de Thule sabiam pertinentemente o que eram os sistemas bancários judeus, quer dizer, de Rothschild e companhia, assim como dos Protocolos dos Sábios de Sião.  Eles sentiam-se como enviados, de acordo com a revelação de Sajaha, para combater esse povo e particularmente o sistema de lojas judias e de seus bancos a fim de criar o reino de luz na terra.  (N.A.:  como podeis verificá-lo, esses homens eram tão incapazes de combater as causas como seu mestre Jesus Cristo lhes havia ensinado, e de transformar o mundo por amor a si mesmo, à criação e de seu próximo (e o próximo pode pertencer a outra raça ou religião).  Eles rejeitaram sua própria responsabilidade e a descarregaram sobre um culpado,  Satã.  Seu ódio tornou-os tão cegos que eles nem perceberam que estavam utilizando as mesmas armas que o pretendido Deus satânico Yahve que eles queriam combater.  Essas pessoas deveriam, portanto, saber que a paz não se obtém fazendo a guerra.)

Ao redor do barão Rudolf von Sebottendorf formou-se um círculo que passou da “ordem germânica” para a  “Sociedade Thule”  em 1918 em Bad Aihling.  Além das práticas da Golden Dawn  tais como o tantrismo, ioga e as meditações orientais, eles se entregavam à magia, à astrologia, ao ocultismo, decifravam o saber dos templários e procuravam estabelecer uma ligação entre esses domínios e a política.

A Sociedade Thule acreditava  -  segundo a revelação de Isaías  -  na vinda de um Messias,  “o terceiro Sargon”, que deveria trazer a glória e uma nova cultura ariana para a Alemanha.  Os membros, mais importantes, nomeados por Dietrich Bronder em seu livro Bevor Hitler kam (Antes da vinda de Hitler) e por E. R. Carmin em “Gurú Hitler” (idem) são os seguintes:

 1.  Barão Rudolf von Sebottendorf,  grão-mestre da ordem;

 2.  Guido von List,  mestre de ordem;

 3.  Jörg Lanz von Liebenfels,  mestre de ordem;

 4.  Adolf Hitler, Führer,  chanceler do Reich e chefe supremo da SS;

 5.  Rudolf Hess,  adjunto do Führer;

 6.  Hermann Göring,  marechal do Reich e chefe supremo da SS;

 7.  Heinrich Himmler,  chefe da SS do Reich  e ministro do Reich;

 8.  Alfred Rosemberg,  ministro do Reich  e dirigente dos nacionais-socialistas;

 9.  Dr. Hans Frank,  dirigente dos nacionais-socialistas  e  governador geral da Polônia; 

10.  Julius Streicher,  chefe supremo das SS e dirigente da região Francónia;

11.  Dr. Karl Haushofer,  general de brigada na reserva;

12.  Dr. Goufried Feder,  secretário de Estado aposentado;

13.  Dietrich Eckart,  chefe-redator do  “Völkischer Beobachter”;

14.  Berhard Stempfle,  o confessor de Hitler e amigo íntimo;

15.  Theo Morell,  médico pessoal de Hitler;

16.  Franz Gürtner,  chefe da polícia de Munique;

17.  Rudolf Steiner,  fundador da doutrina antroposófica;

18.  W. O. Schumann,  doutor e professor da Faculdade de Ciências de Munique;

19.  Trebisch-Lincoln,  ocultista e viajante do Himalaia;

20.  Condessa Westrap; e demais outros ...

A Sociedade Thule dividiu-se, mais tarde, em dois ramos, o ramo esotérico (Do grego esoteros, que significa interior.), do qual Rudolf Steiner fazia parte, e o ramo exotérico (Do grego exoteros, que significa exterior.), do qual Hitler tomou, mais tarde, a direção.  Alguns autores afirmam que os exoteristas tinham, entre outros, travado debates judiciários e condenado seres humanos à morte.  Em todo o caso, Hitler perseguiu, mais tarde Steiner e seus discípulos e condenou à morte aqueles que ele pode pegar.

Algumas das doutrinas capitais que marcaram fortemente a Sociedade Thule foram a religião germano-ariana  Wihinai,  elaborada pelo filósofo Guido von List, a  glaciologia  do mundo de Hans Horbiger  e o cristianismo original dos adeptos de Marcion que se opôs ao Antigo Testamento.  O círculo mais íntimo, em todo o caso, tinha-se ligado contra os judeus do mundo inteiro e contra a franco-maçonaria e suas lojas.

Alguns autores pretendem, entretanto, que a Sociedade Thule, havia tido, além do mais, outra ideologia.  Não quero tirá-la do leitor, mesmo que não se trate forçosamente de uma realidade inabalável.  Que o leitor julgue!

A  História  de  “Thule” em poucas palavras:

“Última Thule”, tinha sido a capital do primeiro continente colonizado pelos arianos.  Este chamava-se Hiperbórea e teria sido mais antigo que a Lemúria e a Atlântida  (continentes submersos, habitados antigamente por grandes civilizações).  Na Escandinávia, existe uma lenda a respeito de “Última Thule” esse país maravilhoso no grande norte onde jamais havia o pôr do sol, e onde viviam os ancestrais da raça ariana.

O continente  “hiperbóreo”  estaria situado no Mar do Norte e teria afundado por ocasião de uma época glacial.  Supõe-se que seus habitantes vieram do sistema solar de Aldebaran, que é o astro principal da constelação de Touro;  eles mediam perto de quatro metros de altura, tinham a pele branca e eram loiros de olhos azuis.

Não conheciam guerras e eram vegetarianos (Hitler também, aliás).  Pelos textos conhecidos a respeito de Thule, os hiperboreanos estavam bem mais adiantados em tecnologia e ter-se-iam servido dos Vril-ya, engenhos voadores que designamos hoje pelo nome de “OVNIs”.  Graças a existência de dois campos magnéticos inversamente rotatórios, esses discos voadores eram capazes de levitar, atingiam velocidades enormes e realizavam manobras de vôo, desempenho que observamos também nos OVNIs.  Teriam utilizado a força Vril como potencial energético, quer dizer, como combustível  (Vril  =  éter, ou prana,  chi, força cósmica,  orgon...  Mas esse nome é derivado também do  vri-ll  do acadiano que significa  “semelhante a mais alta divindade”  ou  “igual  a  Deus”.).  Eles subtraíram pois a energia  (que não custava nada)  do campo magnético terrestre, como o faz o conversor  a  taquions  do comandante Hans Coler  ou o motor a  “espaço quanta” desenvolvido por  Olive Crane.

Quando o continente hiperbóreo começou a afundar, os habitantes começaram a cavar túneis gigantescos na crosta terrestre com grandes máquinas e ter-se-iam estabelecido sob a região do Himalaia.  Esse reino subterrâneo tem o nome de  Agartha  ou  Agarthi,  e sua capital denomina-se  Shamballah.  Os persas denominaram esse reino subterrâneo  “Ariana” ou  “Arianne”,  o país de origem dos arianos.  Notamos aqui que  Karl Haushofer  afirmou que  Thule  era,  de fato a  Atlântida  e ele dizia, contrariamente a todos os outros pesquisadores do Tibete e da Índia, que os sobreviventes da  Thule-Atlântida  se dividiram em dois grupos, um bom e um mau.  Os bons, que, devido ao seu oráculo, tomaram o nome de  Agarthi, instalaram-se na região do Himalaia;  os maus, que se denominavam, de acordo com Haushofer, os Shamballah e que queriam reduzir os seres humanos à escravidão, dirigiram-se para o Ocidente.  Haushofer afirmava que um combate já existia há milhares de anos entre os de Agarthi e os de Shamballah, combate que teve continuidade com a Sociedade de Thule, com o terceiro Reich, representando os Agarthi, contra os de Shamballah, os franco-maçons e os sionistas.  Esta era provavelmente também a missão de Haushofer.

O soberano desse reino seria  “Rigden Iyepo”, o rei do mundo, e seu representante na terra seria o Dalai-lama.  Hushofer estava persuadido que esse reino subterrâneo sob o Himalaia era o lugar de origem da raça ariana.  Ele teria tido a prova disso, dizem, por ocasião de suas numerosas viagens ao Tibete e à Índia.

A insígnia marcante de Thule teria sido a suástica com os braços virados a esquerda.  Segundo os dizeres dos lamas tibetanos e do Dalai-lama em pessoa, as pessoas de Agarthi existem ainda hoje.  O reino subterrâneo, que está bem arraigado em quase todos os ensinamentos orientais, teria se expandido ao longo de milênios sob toda a superfície da terra com centros imensos sob o Saara,  sob Yucatan no México,  sob as montanhas do Mato Grosso e sob as montanhas de Santa Catarina no Brasil, sob o monte Shasta na Califórnia, na Inglaterra, no Egito e na Checoslováquia...

Hitler empenhou-se particularmente para encontrar as entradas do reino subterrâneo de Agartha e de poder entrar em contacto com os descendentes dos  “homens-deuses” arianos de Aldebaran-Hiperbórea.  Nas lendas e tradições desse reino subterrâneo, relata-se entre outras coisas, que haverá em nosso globo uma maldosa gerra mundial (a terceira) que terminará devido a tremores de terra e de outras catástrofes naturais, entre outras a inversão  dos pólos, que causarão a morte de dois terços da humanidade.

Após esta  “última” guerra, as diferentes raças do interior da terra reunir-se-ão de novo com os sobreviventes da superfície do globo e introduzirão a  “Idade de Ouro” milenar (era de Aquário).  Hitler quis criar uma “Agartha” ou a “Ariana” sobre a terra com a raça dos mestres arianos, e esse lugar devia ser a Alemanha.  Durante o “Terceiro Reich”, houve duas grandes expedições do SS ao Himalaia para encontrar as entradas do reino subterrâneo.  Outras expedições aconteceram para os Andes, nas montanhas do Mato Grosso e de Santa Catarina no Brasil, na Checoslováquia e na Inglaterra.

E também, alguns autores afirmam que as pessoas de Thule acreditavam que independentemente do sistema de túneis e de cidades subterrâneas, a terra era oca, com duas grandes entradas, uma no pólo Norte e outra no pólo Sul.  Referiam-se às leis da natureza:  “tal o microcosmo, tal o macrocosmo”.  Que se trate de uma célula do sangue, de uma célula do corpo ou de um óvulo, de um cometa ou de um átomo, todos eles têm um núcleo e uma cavidade envolta por uma cobertura, a  corona radiata, a própria vida ocorre, pois, no interior.  As pessoas de Thule haviam concluído que a terra devia ser constituída segundo o mesmo princípio.  Até os drusos também confirmavam este fato, pois são as cavidades rochosas que tem vida própria em seu interior, quer dizer, nos minerais e cristais.

Por conseqüência, a terra deverá também ser oca  -  o que corresponde, aliás, com as afirmações dos lamas tibetanos e do Dalai-lama  -  e ela deveria ter um núcleo, quer dizer, um sol central que confere ao seu interior um clima regular e uma luz solar permanente.

A verdadeira vida do nosso planeta passar-se-ia no interior dele, a raça dos mestres viveria dentro, e os mutantes, na superfície.  Esta seria a razão que explica por que não podemos descobrir vida sobre os outros planetas do nosso sistema solar, pois os habitantes lá viveriam também no seu interior.  As entradas principais seriam no pólo Norte e no pólo Sul, pólos atravessados pela luz do sol central, que cria as  “auroras boreais”, as pretensas luzes dos pólos.

A massa sólida ocuparia maior volume no interior do nosso planeta do que a massa das águas.  Segundo o explorador dos pólos Olaf Jausen e outros exploradores, a água no interior seria água doce, o que explicaria que o gelo do Ártico e do Antártico não é constituído de água salgada e sim de água doce.  Essa tese sobre a constituição de nossa terra está apoiada pelos testemunhos de exploradores dos pólos, Cook, Peary, Amundsen, Nansen, Kane e também pelo almirante E. Byrd.  Eles todos tiveram as mesmas experiências estranhas que não concordavam com as teorias “científicas” estabelecidas.

Todos verificaram que o vento se aquecia acima de 76º de latitude, que as aves voavam acima do gelo em direção do Norte e que os animais, tais como as raposas, se dirigiam para a mesma direção, que encontraram neve colorida e cinzenta que derretendo-se, soltava um pólen de flores multicolorido ou então cinza vulcânica.  A questão é a seguinte:  de onde vem o pólen das flores que encontramos no pólo Norte?  De onde vem o pó vulcânico, pois nenhum vulção está assinalado nas cartas geográficas oficiais disponíveis?  Além do mais, aconteceu de que alguns pesquisadores se encontraram às vezes sobre um mar de água doce, e todos relataram ter percebido dois sóis num dado momento da viagem.  E também, eles encontraram mamutes com a carne ainda fresca e em cujo estômago continha algumas vezes, erva fresca. (Se o leitor desejar saber mais a respeito da terra oca e se as diferentes experiências dos exploradores dos pólos lhe interessarem, ele encontrará alguns livros a esse respeito na literatura complementar, p. 482).

Nota  do  autor:

1)Que a terra seja oca, não é somente uma teoria para o público em nossos dias, pois alguns exploradores dos pólos afirmam ter lá estado.  O almirante E. Byrd até tirou numerosas fotos.  É inegável que todos os exploradores tiveram experiências muito estranhas, que ficaram inexplicáveis até agora, o que comprova que acontecem coisas bem curiosas por detrás disso.

E mesmo não passa de uma teoria afirmar que a terra possuiria um núcleo em fusão.  Ao contrário, é um fato que existam sistemas de túneis e de cavernas subterrâneas construídos por seres humanos.  Encontramo-los em quase todos os países da terra, testemunhando uma técnica altamente desenvolvida, de uma antiga cultura remontando a milhões de anos.  Eles são, para a maioria, iluminados por uma fonte de luz (um clarão esverdeado que se clareia mais à medida que se penetra neles);  eles têm as paredes talhadas e lisas e contém máquinas desconhecidas, tais como aquelas que foram retiradas do Boynton Canyon, em Sedona, no Arizona.  (No fim do livro, encontram-se títulos de obras referindo-se a esse respeito.) 

Para as pessoas de Thule, esses mitos sobre “a terra oca” eram, manifestamente, muito abundantes para ser tomados a sério.  Uma expedição, ao menos, aconteceu, durante a Segunda Guerra Mundial, no Antártico.  (Mais detalhes em seguida.)

 Para mostrar que a história dos hiperbóreos arianos não é sem fundamento, eis aqui dois exemplos:  quando em 1532 os conquistadores espanhóis sob o comando de Pizarro chegaram à América do Sul, os indígenas chamaram-nos de vicarochas (mestres brancos).  Em suas lendas, trata-se de uma raça de mestres gigantes de pele branca que, séculos antes, desciam do céu com “discos voadores”.  Estes últimos haviam reinado muito tempo sobre uma parte de suas cidades e haviam em seguida desaparecido, após terem prometido que voltariam.  Os indígenas acreditaram estar vendo o retorno dos vicarochas nos espanhóis de pele clara, e lhes deram, portanto, no início, seu ouro.

Aconteceu a mesma coisa no Tibete e em outras regiões do Himalaia quando os primeiros viajantes brancos chegaram.  Os tibetanos olharam-nos espantados, perguntando-lhes porque eles vinham de baixo (do sopé da montanha), pois eles chegavam habitualmente do alto.

Vós, amigos leitores, nunca ouvistes falar algo a esse respeito?  Não?  É bem lastimável, pois a ideologia dos dirigentes alemães do Reich era, de fato, baseada sobre o tema de El Schaddai, que teve como conseqüência a perseguição dos judeus, sobre a revelação de Isaías, sobre o saber dos templários e talvez também sobre isso que acabo de relatar.  Esses temas estavam subjacentes em todas as ações empreendidas, incluindo o desencadeamento da Segunda Guerra Mundial. 

Existem duas formas de conceber isso tudo:

Ou pensais que toda a elite do terceiro Reich tinha a mente desequilibrada e se drogava, e ignorais tudo a esse respeito, ou vos dais ao trabalho de procurar se essas histórias contêm uma verdade.

Não é, entretanto, na Alemanha que ireis encontrar os livros a esse respeito, pois toda a literatura que pudesse esclarecer algo foi radicalmente eliminada pelos Aliados.

2)Tendo em vista as atividades da extrema direita na RFA, foi certamente oportuno interditar alguns escritos que apelavam abertamente e às vezes também de uma forma muito primitiva para um racismo violento.  Mas, se quisermos restituir fielmente os acontecimentos políticos e religiosos do passado e do presente, é preciso não omitir essa informação.

Mas nós acabamos com esses mistérios.  Como irei demonstrar-vos, é referindo-se a esses mitos que a elite alemã do Reich passou à ação.

Em outubro de 1918,  Sebottendorf deu a missão aos irmãos da loja Karl Harrer  e  Anton Drexler para formarem um círculo de trabalhadores.  Este tornou-se, mais tarde, o Partido dos Trabalhadores Alemães, o Deutsche Arbeiterpartei,  DAP.  A revista da Sociedade Thule era o Völkischer  Beobachter  (O Observador do Povo).  Ele foi diretamente retomado pela NSDAP que se formou a partir do DAP.

Em outubro de 1918, o jovem ocultista e esoterista Adolf Hitler (que na realidade se chamava Adolf Schicklgruber:  Hitler era o nome de solteira de sua mãe)  entra para o DAP, o partido de Thule,  e foi notado pelos seus talentos de orador.

Trevor Ravenscroft descreveu no Der Speer des Schicksals  (A Lança do Destino)  o que também foi dito por um amigo de juventude de Hitler,  Walter Johannes Stein, que se tornou mais tarde o conselheiro do franco-maçom  Winston Churchill:

Hitler, já um grande adepto do misticismo com a idade de 20 anos, tentava alcançar os níveis de consciência elevados com o auxílio de drogas.  Por intermédio do livreiro Pretzsche em Viena, adepto do misticismo germânico e da doutrina da raça dos mestres arianos que dela provinha, Hitler forjou as bases de sua visão futura do mundo e, com seu auxílio, ele usou o Peyotl (Mescalina), droga alucinógena para alcançar a iluminação mística.  Nessa época, Hitler teve também conhecimento dos  “Protocolos dos Sábios de Sião”, o que acentuou sua aversão pelos judeus.

Não é para se espantar que Hitler, já dependente das drogas quando jovem, tomasse fortes narcóticos durante toda sua vida.  Conforme o diário de bordo de seu médico pessoal, Theodor Morell, Hitler recebeu durante os seis anos que durou a guerra, injeções de diferentes calmantes, de estriquinina, de cocaína, de derivados morfínicos e outras drogas.

Hitler foi engajado pela DAP, o partido de Thule, como orador eleitoral e aprendeu, mais tarde, a ler e a escrever bem graças à Dietrich Eckart, anti-bolchevista e irmão da Sociedade Thule.  Eckart fez dele a personalidade que conhecemos mais tarde.  Ele o introduziu nos círculos de Munique e de Berlim, e Hitler adotou quase a totalidade das concepções da Sociedade Thule.

Em 1924, quando Hitler se encontrava na prisão em Landsberg em conseqüência do Putsch  que falhou, Haushofer passou várias horas por dia com ele para transmitir-lhe suas teorias e seus projetos.  Ele lhe forneceu entre outros, o livro de Lord Bulwer-Lytton, The Coming Race  (A Raça Vindoura).  A descrição de Bulwer-Lytton de uma raça ariana altamente desenvolvida que vive debaixo da terra é quase idêntica àquela da qual falamos antes.  Em seu livro, as naves em forma de pratos têm um papel especial.  Teve também, ainda, a publicação do livro de Ferdinand Ossendowski,  “Bestas, homens e deuses”, que desvendou as lendas de Agartha e de Shamballah.

Hitler estava, de fato, completamente absorvido pela busca do reino subterrâneo e pela doutrina da raça ariana própria dos membros da Sociedade Thule.

Haushofer e Rudolf Hess tiveram o encargo da instrução política de Hitler.  Em Landsberg, Hitler escreveu Mein Kampf, fazendo um amálgama das teorias de Haushofer, dos pensamentos de Rosenberg e da propaganda política.  Rudolf Hess se ocupou da formulação exata e datilografou seu texto à máquina.

A influência de Karl Haushofer, designado como o “grande mago do terceiro Reich”, mostra que papel desempenharam o misticismo e o ocultismo no Reich.  Davam a Haushofer o  “dom da profecia”, tal era a precisão de suas predições, que lhe beneficiavam de uma ascensão fulgurante nos meios influentes ocultos da época de antes da guerra na Alemanha.

Jack Fisherman escreveu a esse respeito, no livro The Seven Men of Spandau, que Rudolf Hess, entre outros, estava completamente obscurecido pelas idéias e pelas teorias de Haushofer.  Sua estranha viagem para a Inglaterra o comprova.  Haushofer tinha, com efeito tido um sonho no qual  “ele divisava Rudolf Hess atravessando os corredores dos castelos ingleses levando a paz às duas maiores nações nórdicas”.E como Hess estava persuadido da certeza das profecias de Haushofer, ele seguiu esse sonho ao pé da letra.

Nós iremos compreender a que ponto os dirigentes do terceiro Reich tomaram conta do “equipamento” mágico da Sociedade Thule.

A saudação de Thule, Heil und Sieg  (Salvação e Vitória)  foi retomada por Hitler que a transformou em Sieg Heil.  Essa saudação, em ligação com o braço levantado, é um ritual mágico utilizado para a formação de voltas.  Franz Bardon descreveu com detalhes as voltas mágicas e suas utillizações.

Franz Bardon, denominado também Frabato, foi, para mim, o mais conhecido mago alemão (1909-1958).  Hitler lhe propôs postos elevados no governo com a condição de que ele pusesse a sua disposição seus talentos de mago para ajudá-lo a ganhar a guerra.  Além disso, Bardon devia revelar a Hitler os endereços das noventa e oito outras, das  99.ª  lojas existentes na terra.  Quando Bardon recusou-se a auxiliá-lo, foi submetido às piores torturas.  (Frabato,  Franz Bardon, p. 173)

Mas os alemães não foram os únicos a utilizar os ritos mágicos para fins políticos.  O  sinal da vitória dos ingleses, sinal com os dedos afastados, não foi reconhecido até 1940 a não ser pelos maiores iniciados dos altos graus franco-maçônicos.

Quando Winston Churchill, franco-maçom de grau elevado, temia em 1940 que a Inglaterra fosse enfeitiçada pelo sinal mágico de Hitler, que aparentemente tinha sucesso (a saudação de Hitler), seu mentor em magia, o satanista  A. Crowley, aconselhou-o a contrapor esse perigo com o sinal mágico dos dedos afastados (sinal em v).

As SS, denominadas também  “A Ordem Negra”, não eram de forma alguma um regimento da polícia, mas uma verdadeira ordem religiosa com uma estrutura hierárquica.  Quem poderia pois pensar que esse brutal partido nazista era uma ordem sagrada?  Tal afirmação pode parecer ridícula, fora de época, mas essa não é a primeira vez na história que uma ordem sagrada é responsável por atos de atrocidades sem nome.  Os jesuítas e também os dominicanos que dirigiam a Inquisição na Idade Média, são exemplos gritantes.

A Ordem Negra era a manifestação concreta das concepções esotéricas e ocultas da Sociedade Thule.  No interior das SS se encontrava outra sociedade secreta, a elite, o círculo, o mais íntimo das SS, a  SS  “Sol Negro”.  Nosso sol giraria em volta do sol negro, quer dizer, de um grande sol central, o sol  primordial, que é representado pela cruz com os braços isósceles.  Essa cruz foi desenhada sobre os aviões e os carros do terceiro Reich.  Os templários, os rosa-cruzes e muitas outras antigas lojas a empregavam ainda nessa mesma ótica.

A Sociedade Thule e aqueles que iriam tornar-se, mais tarde, os SS  “Sol Negro” trabalharam em estreita colaboração não somente com a colônia tibetana em Berlim, mas também com uma ordem de magia negra tibetana.  Hitler estava em contato permanente com um monge tibetano com luvas verdes que era designado como o  “guardião da chave” e que teria sabido onde se encontrava a entrada de Agartha  (a Ariana).

Em 25 de abril de 1945, os russos descobriram os cadáveres de seis tibetanos dispostos em círculo num subterrâneo berlinense, e no centro se encontrava aquele homem das luvas verdes.  Diz-se que foi um suicídio coletivo.  Em 2 de maio de 1945, após a entrada dos russos em Berlim, encontraram mais de 1.000 homens mortos que eram, sem a menor dúvida, originários das regiões do Himalaia e haviam combatido com os alemães.  Que diabo faziam pois os tibetanos afastados, milhares de quilômetros de sua terra, com uniformes alemães?

Numerosos jovens foram formados pelo  “Sol Negro” durante o terceiro Reich;  eles eram consagrados no castelo forte de Wewelsburg  e enviados ao Tibete para lá continuar a sobreviver e preparar-se para afrontar o grande combate final deste fim de século.

Pelos relatos de Frank Bardon,  Adolf Hitler era também membro de uma loja  “FOGC” (ordem franco-maçônica da centúria de ouro), conhecida, de fato, como a 99.ª loja.  No que concerne às  lojas, existem noventa e nove lojas disseminadas pelo mundo e cada uma é composta de 99 membros.  Cada loja está sob a dominação de um demônio, e cada membro tem um próprio “demônio”  só para ele.  O demônio ajuda a pessoa a adquirir dinheiro e poder, mas, em troca, a alma dessa pessoa é obrigada a servir esse demônio após sua morte.  E também, cada ano, um membro é sacrificado ao demônio da loja, em virtude disso um novo membro é admitido.  Os membros das 99.ª lojas são também dirigentes muito influentes na economia e nas finanças e estão mais presentes hoje do que nunca.  As lojas  FOGC, quer dizer, as 99.ª lojas, são, pelo meu conhecimento, o pior dos perigos;  ao lado delas, o satanismo ao qual se refere a  “igreja de Satã” de Anton La Vey, de quem se fala na mídia, é bem inofensivo! 

Franz Bardon confirmou que Hitler e a ordem Thule foram um instrumento entre as mãos de um grupo de magos negros tibetanos.

Somente aquele que sabe isso está apto para compreender a frase de Hitler na ocasião de seu discurso em 30 de janeiro de 1945:

Não é a  “Ásia Central” que sairá vitoriosa dessa guerra, mas a  Europa e, à frente destas nações que,  já há 1.500 anos, se revelou como o poder predominantemente capaz de representar a Europa contra o Oriente e que a representará também no futuro:  falo do nosso grande Reich alemão, a nação alemã!  (Discurso e proclamação de Hitler de 1932 a 1945 - de Max Domarus).

Em que Hitler se tornou, suscitou muitos mitos.  Segundo os dizeres de Franz Bardon e Miguel Serranos  (ex-embaixador chileno na Áustria), Hitler fugiu para a América do Sul com o auxílio da 99.ª loja.  Até dizem  que o cadáver encontrado  e cuja dentadura foi identificada como sendo falsa pelo dentista de Hitler teria sido colocada lá pela  99.ª loja.  Um jornal alemão de grande tiragem publicou em 5 de março de 1979 que foi encontrado o avião particular de Hitler na selva da América do Sul.  Joseph  Griner, autor de Das Ende des Hitler-Mythos  (O fim do mito Hitler), afirma que Hitler decolou com seu avião em 30 de abril de 1945 do aeroporto de Tempelhof em Berlim.

O que me parece, entretanto, o mais provável, no caso que ele tenha sobrevivido, é que ele se tenha servido dos discos voadores desenvolvidos pela  “Sociedade  Vril”, que serão descritos no capítulo seguinte, para deixar a Alemanha.  Que Hitler morreu ou não naquela época, desde então, em todo caso,  é certo!

Karl Haushofer, depois de ter falhado em sua “missão” primeiro assassinou sua mulher em 14 de março de 1946  antes de fazer o  Hara-Kiri  assim como ele havia jurado aos  “Barretes Amarelos”. 

Foi por instigação da Sociedade Thule que todo o arsenal teórico e prático do terceiro Reich foi construído.  Os banqueiros internacionais forneceram seu dinheiro.  A terra de onde tudo saiu é sempre fértil, pois os rebentos da Sociedade Thule estão sempre vivos.

Houve também outra sociedade secreta que anunciou a vinda de um Messias ariano, a  “Sociedade Edelweiss”.  Hermann Göring, o responsável pelas finanças nazistas, era membro dela.  Mas é inútil delongar-se sobre esse assunto.